quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ciclo da Água

Água, molécula química H2O, é uma substância componente da hidrosfera presente nos três estados físicos da matéria em constante mudança: sólido, o gelo (com solidificação / fusão há 0°C), líquido (há temperatura ambiente, entre 21 e 23 °C) e gasoso, vapor d’água (normalmente ocorrendo com a evaporação).

O ciclo desta substância é de extrema importância para a manutenção da biosfera, estabelecendo meios e condições fundamentais ao metabolismo dos seres vivos e contribuindo com as transformações estruturais do ambiente, por exemplo, os processos erosivos e sedimentares da litosfera.

A renovação cíclica deste recurso abiótico pode ser considerada conforme dois aspectos: a partir de um processo cíclico curto (pequeno ciclo) ou por um processo cíclico longo (grande ciclo).

No pequeno ciclo, com implicações puramente temporais (temperatura, umidade e zonas de pressão), destaca-se principalmente a periodicidade pluvial (as chuvas), submetendo a água contida nos ambientes aquáticos (lagos, rios, oceanos e geleiras), a processos de evaporação. O vapor, atingindo as mais elevadas camadas da atmosfera, condensa-se formando as nuvens. Por conseqüência da condensação retorna à superfície terrestre (percolação) na forma de gotículas, flocos de neve ou partículas de granizo.

No grande ciclo, bem mais complexo, é considerada a colaboração tanto dos animais quanto dos vegetais. Mecanismos de hidratação (absorção de água), transpiração (secreção) e respiração (obtenção de energia) dos organismos, geram concentrações relativas dependendo da amplitude de um ecossistema, provocando déficit ou acréscimo hídrico considerável.

A transpiração ocorrida nas folhas das plantas (transpiração estomática), além de proporcionar pressão de sucção nos capilares do xilema (vaso condutor de seiva bruta), incidindo na absorção de água do solo, devido à capacidade absorvitiva da radícula, realiza concomitantemente a fotossíntese.

Em animais, a aquisição de um teor hídrico favorável às reações orgânicas, é estabelecida através da ingestão direta de água ou indireta na composição dos alimentos, devolvendo gradativamente ao meio, à medida que se faz necessária, excreção fisiológica, seja pela urina, pelo ato de defecação (nas fezes) ou pela sudorese (transpiração).



Fonte:http://www.alunosonline.com.br/biologia/ciclo-agua.html

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Ciclo Celular

Quando somos formados, nos constituímos apenas de uma única célula, chamada zigoto, que através de sucessivas divisões e diferenciações permite a formação do embrião e, depois, passa ao estágio de feto e assim até o nascimento. Nascemos pequenos e frágeis, mas, com o passar do tempo, crescemos, nos fortalecemos e submetemos o ambiente em que vivemos às nossas necessidades.

Grande ou pequeno, o organismo representa um conjunto de células especializadas em desempenhar diversas funções que correspondem ao que chamamos de vida. Para isso, as células apresentam mecanismos que permitem a produção de diversas substâncias e a transformação de inúmeros elementos químicos, constituindo o que chamados de metabolismo. Assim, a importância no conhecimento sobre a vida de uma célula é fundamental para se compreender um ser vivo, em todos os sentidos.

Semelhante ao organismo vivo, a célula também apresenta períodos em sua existência, períodos esses que podem ser divididos em duas etapas – a interfase e a etapa de divisão.

Durante a interfase, a organização celular está em constante atividade, produzindo substâncias diversas, realizando processos químicos e físicos e desempenhando suas funções, contribuindo assim para a sobrevivência do organismo e do indivíduo, consequentemente.
Podemos dividir este período de interfase em três fases – G1 ou G0, S e G2.
G1 ou G0 – é o período imediatamente após a formação da célula. Quando em G0, a célula não recebe estímulo para iniciar uma nova divisão, fica exclusivamente para realizar sua atividade celular. Neurônios são exemplos de células que permanecem em G0.
As células que se apresentam em G1, passam por períodos de crescimento, diferenciação e produção de substâncias, como proteínas.

S – na fase de síntese, temos que a célula, mesmo realizando suas funções metabólicas, inicia o processo de duplicação do seu material genético, o DNA. Ao final desta etapa, a célula contará com seu DNA todo duplicado e passará então para a fase seguinte, G2.

G2 – esta fase se caracteriza pela produção de substâncias que irão contribuir para a formação das duas novas células que serão formadas, assim, todas as organelas devem ser duplicadas.
 
Finalizando o período de G2, a célula passa para a etapa de divisão. Em caso de divisão para formação de células somáticas (não reprodutivas) ocorrerá o processo de mitose, mas em caso de formação de células germinativas (reprodutoras – espermatozoide ou óvulo) teremos o processo de meiose.

Em ambos os processos de divisão, mitose ou meiose, haverá formação de novas células ao final do processo. As células formadas pelo processo de mitose serão iguais entre si e em relação à célula-mãe que as originou, já em relação às células formadas pelo processo de meiose, estas serão diferentes entre si.

O tempo relativo ao ciclo celular varia de acordo com a função desempenhada pela célula. As células da epiderme intestinal, por exemplo, podem se dividir até duas vezes por dia, enquanto que as células do fígado, até duas ao ano. Já as células nervosas, os neurônios, praticamente não se dividem!

Fonte Brasil Escola

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Anticorpos

Representação esquemática de três anticorpos.


Na presença de moléculas, partículas ou micro-organismos estranhos ao corpo (antígenos), uma classe de glóbulos brancos, denominados linfócitos, é responsável por atuar contra a ação desses.

Neste caso, os chamados linfócitos T auxiliadores (CD4) se ligam ao antígeno, permitindo que o agente infeccioso não se espalhe pelo organismo. Além disso, os CD4 ativam dois grupos de linfócitos: os T matadores (CD8) e os B (plasmócitos), enviando informações relacionadas à forma e constituição do elemento estranho para que estes o combatam de forma eficaz; sendo os primeiros responsáveis pela destruição das células infectadas do corpo.

São dos plasmócitos que originam os anticorpos, por meio de processos de ativação e diferenciação. Estes, também chamados de imunoglobulinas, são substâncias de natureza proteica que também se ligam aos antígenos, inativando-os e facilitando sua destruição. Antígeno e anticorpo possuem uma relação de especificidade, ou seja: anticorpos específicos reconhecem as particularidades de determinados corpos estranhos, atuando de forma a neutralizar e combater seus efeitos.

Alguns linfócitos se diferenciarão nas chamadas células de memória, imunizando o organismo em caso de uma nova invasão de determinados antígenos. É baseado neste princípio que as vacinas atuam. Utilizando, geralmente, antígenos isolados de organismos causadores de doenças, ao ser injetada a vacina, esta provoca uma resposta imunitária no organismo, produzindo tais células. Assim, doenças como o sarampo, podem ser prevenidas.

Fonte Brasil Escola

Síntese de Proteínas

As proteínas são moléculas orgânicas formadas pela união de uma série determinada de aminoácidos, unidos entre si por ligações peptídicas. Trata-se das mais importantes substâncias do organismo, já que desempenham inúmeras funções: dão estrutura aos tecidos, regulam a atividade de órgãos (hormônios), participam do processo de defesa do organismo (anticorpos), aceleram todas as reações químicas ocorridas nas células (enzimas), atuam no transporte de gases (hemoglobina) e são responsáveis pela contração muscular.

síntese de proteínas é um processo rápido, que ocorre em todas as células do organismo, mais precisamente, nos ribossomos, organelas encontradas no citoplasma e no retículo endoplasmático rugoso. Esse processo pode ser dividido em três etapas:

1º. Transcrição

A mensagem contida no cístron (porção do DNA que contém a informação genética necessária à síntese proteica) é transcrita pelo RNA mensageiro (RNAm). Nesse processo, as bases pareiam-se: a adenina do DNA se liga à uracila do RNA, a timina do DNA com a adenina do RNA, a citosina do DNA com a guanina do RNA, e assim sucessivamente, havendo a intervenção da enzima RNA-polimerase. A sequencia de 3 bases nitrogenadas de RNAm, forma o códon, responsável pela codificação dos aminoácidos. Dessa forma, a molécula de RNAm replica a mensagem do DNA, migra do núcleo para os ribossomos, atravessando os poros da membrana plasmática e forma um molde para a síntese proteica.

2º. Ativação de aminoácidos

Nessa etapa, atua o RNA transportador (RNAt), que leva os aminoácidos dispersos no citoplasma, provenientes da digestão, até os ribossomos. Numa das regiões do RNAt está o anticódon, uma sequência de 3 bases complementares ao códon de RNAm. A ativação dos aminoácidos é dada por enzimas específicas, que se unem ao RNA transportador, que forma o complexo aa-RNAt, dando origem ao anticódon, um trio de códons complementar aos códons do RNAm. Para que esse processo ocorra é preciso haver energia, que é fornecida pelo ATP.

3º. Tradução

Na fase de tradução, a mensagem contida no RNAm é decodificada e o ribossomo a utiliza para sintetizar a proteína de acordo com a informação dada.

Os ribossomos são formados por duas subunidades. Na subunidade menor, ele faz ligação ao RNAm, na subunidade maior há dois sítios (1 e 2), em que cada um desses sítios podem se unir a duas moléculas de RNAt. Uma enzima presente na subunidade maior realiza a ligação peptídica entre os aminoácidos, o RNA transportador volta ao citoplasma para se unir a outro aminoácido. E assim, o ribossomo vai percorrendo o RNAm e provocando a ligação entre os aminoácidos.

O fim do processo se dá quando o ribossomo passa por um códon de terminação e nenhum RNAt entra no ribossomo, por não terem mais sequencias complementares aos códons de terminação. Então, o ribossomo se solta do RNAm, a proteína específica é formada e liberada do ribossomo.

Para formar uma proteína de 60 aminoácidos, por exemplo, é necessário 1 RNAm, 60 códons (cada um corresponde a um aminoácido), 180 bases nitrogenadas (cada sequência de 3 bases dá origem a um aminoácido), 1 ribossomo e 60 RNAt (cada RNAt transporta um aminoácido). Pode-se notar, então, que se trata de um processo altamente complexo, já que há a intervenção de vários agentes.

No vídeo abaixo é possível acompanhar melhor o processo da síntese protéica.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Proteínas

A palavra “proteína” vem do grego “proteíos”, que significa “que tem a prioridade”. Essa palavra tem um real sentido, já que elas são de fato as macromoléculas mais importantes das células. As proteínas são compostos orgânicos com uma estrutura complexa, resultantes da união de inúmeros aminoácidos. 

As proteínas são formadas por segmentos de DNA e RNA do próprio indivíduo. Sua síntese ocorre através da condensação de um grande número de moléculas de alfa-aminoácidos por meio de ligações denominadas ligações peptídicas. 

Esses compostos possuem funções vitais para os organismos, atuando de forma versátil, ou seja, possuindo diversificadas funções. As proteínas participam da estrutura dos tecidos (função estrutural), atuam como agentes reguladores das atividades biológicas (função enzimática), resultam em hormônios (função hormonal), atuam no combate a agentes estranhos ao organismo (função de defesa), além de servirem como fontes de aminoácidos (função nutritiva). 

As proteínas são classificadas em proteínas simples e conjugadas. 
Proteínas simples são aquelas que quando são “quebradas”, fornecem apenas aminoácidos. Ex: quimotripsina. 

Proteínas conjugadas são aquelas que além de produzirem os aminoácidos, também fornecem um componente químico. Ex: hemoglobina. 

As proteínas são encontradas principalmente nas carnes, ovos, laticínios e leguminosas. Como cada alimento possui particulares tipos de aminoácidos, é fundamental que o indivíduo tenha uma alimentação balanceada para que ocorra a ingestão de diferentes tipos de proteínas. 

O que é Biologia Celular

A Biologia Celular, anteriormente denominada Citologia, é a área da Biologia relacionada ao estudo das células, tanto eucariontes quanto procariontes; tanto de organismos unicelulares quanto de multicelulares. Seu início só se deu a partir da criação dos microscópios – invenção esta que teve como precursores os holandeses Francis e Zacarias Janssen, em 1590. 

A partir desta definição, podemos perceber que esta ciência se atém às características gerais, evolução, componentes químicos, especializações, estruturas, permeabilidade, regulação, diferenciação, interação, divisões, ciclo vital, funções, diferença entre tipos celulares, dentre outros aspectos relacionados às células ou ao estudo destas, como a microscopia e técnicas de preparo de material biológico. 

Considerando que as células são fatores que diferenciam o que é vida do que não possui vida - sendo a unidade estrutural e funcional básica de qualquer ser vivo, da mesma forma que o átomo é a unidade fundamental das estruturas químicas - podemos dizer que compreender a Biologia Celular é conhecer aspectos diversos intrínsecos à vida. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O processo fotossintético


A fotossíntese, processo autotrófico indispensável à vida no planeta, representa a conversão de matéria inorgânica (água e gás carbônico) em matéria orgânica (geralmente a glicose) com liberação de gás oxigênio, realizado por organismos clorofilados: os vegetais e algas. 

Para desencadear essa atividade bioquímica, os seres fotossintetizantes, necessitam assimilar freqüências específicas da radiação solar (energia luminosa), convertida em energia de ligações químicas, armazenada entre os átomos do composto orgânico formado. 

EQUAÇÃO GERAL DA FOTOSSÍNTESE: 

                   (luz e clorofila) 
6 CO+ 12 H2O ↔ C6H12O6 + 6 O2 + 6 H2O

A fotossíntese e a captação de energia solar.

Dessa forma, o metabolismo fotossintético foi de fundamental importância durante a evolução das condições ambientais, em particular da atmosfera, proporcionando a formação de um filtro retentor de radiação ultravioleta (camada de ozônio). Tal circunstância causou gradativa estabilidade climática, tornando viável um meio oxidativo favorável ao surgimento de organismos, que a partir de então passaram a realizar reações metabólicas favorecidas pela respiração aeróbia.

Quanto à produção de compostos orgânicos (carboidratos), a fotossíntese colabora de forma direta e indireta com a manutenção dos níveis tróficos em uma cadeia alimentar, pois os organismos autotróficos constituem a base sustentadora dos demais níveis: os consumidores herbívoros e carnívoros.

Molécula de RNA


A molécula de RNA (ácido ribonucléico), sintetizada por transcrição a partir da molécula de DNA (ácido desoxirribonucléico), é formada por um único filamento de nucleotídeos, ou seja, uma fita simples, cujas bases nitrogenadas são: adenina e guanina (bases purinas) e citosina e uracila (bases pirimidinas).

Portanto, na composição dessa molécula, com diferença a de DNA que possui fita dupla, substituindo a base pirimidina timina, encontra-se presente a uracila.

Dessa forma, durante a síntese do filamento de RNA, no instante em que o DNA se despolimeriza e a dupla fita se abre, o nucleotídeo complementar à adenina ao invés de sua conjugação com a timina (por meio de pontes de hidrogênio), combina-se com a uracila.
OS TIPOS DE RNAs

Existem três tipos básicos de molécula de RNA, cada um com função específica durante o processo de tradução (produção de proteínas), sendo:

RNA mensageiro (RNA-m) → este filamento carrega consigo uma seqüência de bases nitrogenadas (código), que será determinante durante a sua tradução e a exatidão da ordem de aminoácidos de uma proteína;

RNA transportador (RNA-t) → é o filamento que possui seqüência específica de bases nitrogenadas (anticódon / trinca de bases), responsável por transportar o aminoácido ao correspondente códon no RNA-m.

RNA ribossômico (RNA-r) → é o filamento que, associado a um complexo de proteínas, realiza a leitura do RNA-m, permitindo a reciprocidade entre o códon e o seu respectivo anticódon, proporcionando a síntese das proteínas.

Uma unidade traducional, formando o conjunto: uma molécula de RNA-m, distintos RNA-t e vários RNA-r aderidos a este mensageiro, podem iniciar sequencialmente a tradução de uma mesma proteína, recebendo a denominação de polissomo.

Assim, é possível compreender que através da mediação dos diferentes tipos de RNAs, formados a partir de uma informação genética, uma célula determina e coordena todo o funcionamento por meio da ação protéica.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Por que suamos tanto durante exercícios físicos?

O suor possui em sua composição 99% de água, alguns sais minerais como o cloreto de sódio e algumas substâncias tóxicas em pequena quantidade, como a uréia, que colabora para o cheiro desagradável.
Sabemos que a atividade física é essencial para nossa saúde e, como resultado natural, na maioria dos casos suamos diante do esforço físico. Temos milhões de glândulas sudoríparas que se localizam logo abaixo da superfície da pele que se utilizam da energia da nossa atividade física para produzir o suor. É como se suar fosse uma forma de perceber a energia liberada no exercício. Se produzirmos muito suor, estamos queimando muita energia!
Na verdade, a sudorese é o principal sinal de que o corpo está empenhado em produzir uma umidade natural para se manter fresco. Assim, o corpo transpira durante e após o exercício para manter nossa temperatura corporal numa faixa saudável. O calor gerado durante o exercício fará com que a umidade evapore e a transpiração refresca o corpo.
Estudos provam que se suamos muito, estamos enviando muito sangue para a superfície da pele. A transpiração ajuda a queimar uma pequena quantidade de calorias, mas nem sempre suar significa uma boa forma de perder peso. Suar durante uma atividade física, mantém a temperatura corporal saudável e elimina pequenas quantidades de toxinas do organismo.
A produção de suor durante a atividade física é normal e saudável.
O Suor é produzido nas glândulas sudoríparas para refrescar o corpo durante o exercício físico!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Os bebês nascem com olhos azulados que depois ficam escuros. Por que?

A mudança da cor dos olhos tem a ver com a quantidade de melanina. A melanina é um pigmento responsável pela cor dos olhos, cabelos, pele e quanto mais escuro são essas estruturas significa que tem mais melanina.
Quando nascemos temos pouco desse pigmento depositado na nossa íris, aquela parte visível e colorida do olho. Os bebês não nascem com toda melanina que terão durante a vida, o processo de maturação continua após o nascimento. Essa pouca quantidade melanina faz parecer que os olhos do bebê são azuis. Quando a quantidade aumenta um pouco se tornam esverdeados e depois, com o passar do tempo, ficam castanhos ou pretos se essa for a cor definitiva da íris. O processo pode durar cerca de 2 anos, pois a cor dos olhos não é definida até essa idade aproximada.
Assim como os pintinhos nascem amarelinhos e depois vão desenvolvendo a coloração definitiva, os bebês também passam por um processo parecido nos primeiros meses de vida.